quarta-feira, 13 de novembro de 2013

EVS 2013 - O balanço

Como sabem, estive em Lisboa no ultimo fim de semana a apresentar o meu 2011 no Encontro com os Vinhos e Sabores.

Os projectos Niepoort proporcionaram-me esta oportunidade e devo dizer que foi para mim uma experiência fantastica!

Foi a primeira vez que fui a uma feira como expositor e não podia ter corrido melhor. 
Gostei muito do contacto com as pessoas. 

Ver as reacções dos enofilos ao vinho, ainda por cima positivas, confirmou-me que todo o trabalho desenvolvido até aqui valeu a pena!

Ha quem diga que os portugueses não gostam dos vinhos elegantes. Sinceramente não foi a ideia com que fiquei depois destes excelentes 3 dias!

Foi tambem uma oportunidade para rever amigos que ja não via ha algum tempo e conhecer ao vivo pessoal que ja conhecia via net e facebook.

Foi por exemplo o caso do Vitor Claro, cujos pratos me deixaram encantado, numa memoravel prova dos Baga Friends. Bela pessoa e bela cozinha!

Foram portanto 3 dias cheios de emoções, recheados de belos encontros!

Resta-me a agradecer ao pessoal da Niepoort a oportunidade e todo o apoio que me dão!
Um abraço especial ao João Rico, uma pessoa 5 estrelas!
E outro a todos vos pela felicidade que me deram ao visitarem-me!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Venham provar o 2011 este fim de semana!

Sabado 9, Domingo 10 e Segunda-feira 11 de Novembro estarei em Lisboa no EVS, para divulgar o meu projecto e dar a provar o meu Dão 2011.

Espero por vocês no stand da Niepoort Vinhos !


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Dão by Antonio Madeira distribuido pela Niepoort

E com grande prazer que vos anuncio que vou poder contar com o apoio de um grande Senhor do vinho português, Dirk Niepoort, e da sua equipa, para a distribuição dos meus vinhos! 

Pessoas que partilham comigo a mesma forma de abordar o vinho! 
Gente que acredita no potencial do Dão e que quer contribuir a preservação e divulgação do seu pratimonio historico vitivinicola.



Um grande abraço ao people da Niepoort Vinhos !


sábado, 26 de outubro de 2013

Introdução as vindimas 2013

O tempo, esse recurso cada vez mais raro, escasseia. 
E complicado encontrar tempo quer para escrever um post, quer para tratar dos muitos assuntos que temos para resolver. 
As três semanas que passei em Portugal entre Setembro e Outubro foram marcadas por isso mesmo, a falta de tempo.


Foi preciso andar sempre a correr, do primeiro ao ultimo dia, desde de manhã cedo até a noite. Apesar do cansaço se acumular tinha de se encontrar energias para superar os diversos desafios.
Férias são para normalmente para descansar. Desde que iniciei este projecto ha 4 anos que não sinto esse sabor. Agora a prioridade é outra. Ha que lutar contra ventos e marés, contra obstaculos de diversas origens (por vezes na maldade, estupidez ou inveja das pessoas), para levar o projecto em frente, para concretizar um sonho de vida, um ideal.


Muito tinha para fazer nesta 3 semanas, a "to do list" era extensa.
Entre os diversos temas destacavam-se 3 : as vindimas, as vinificações e resolver a questão da distribuição do 2011.

Foi duro, mas consegui resolver a maior parte dos problemas. Em alguns casos tenho mesmo grandes motivos de satisfação. Nos proximos posts, preparem-se para conhecer mais em pormenor o que se passou!

Em sintese :

  • 7 vindimas, uma de branco e 6 parcelas de tinto
  • 7 vinificações
  • a questão da distribuição resolvida 
E sobretudo, passos importantes e firmes para o futuro do projecto.



As "férias" começaram pelo seguimento das maturações. Era preciso tomar o pulso a cada uma das  parcelas, para planear as vindimas.
Deu logo para confirmar o que palpitava, ou seja que 2013 era um ano com atraso na maturação.


O culpado do atraso é provavelmento o "tempo" (o outro tempo, aquele ligado ao clima).
Em 2012 tambem estavamos perante um ano tardio, por causa da grande seca invernal.
Em 2013, chuveu bem no inverno, a natureza equilibrou o balanço, dando este ano a mais, a agua que não deu no ano anterior. Portanto não foi por falta de agua que atrasou este ano. Desta feita, a razão principal devera procurar-se mais no "tempo" que fez na primavera. Se se recordam bem, foi uma primavera fresca, fria. Assim sendo, o desenvolvimento das videiras atrasou logo no inicio do ciclo vegetativo.


No inicio destas "férias" tambem procurei resolver uma questão que me estava a atormentar desde ha algum tempo. Passo a exmplicar.
Nas vinhas velhas do Dão serrano, encontramos geralmente o branco misturado com o tinto.
Os vinhos resultantes eram por isso tambem mistura de branco com tinto. Seduzia-me reproduzir esse esquema, mas para tal tinha de verificar uma condição, que era de a proporção de branco não ultrapassar uns 5%.
Fui por isso realizar inventarios nas diversas vinhas, contando as cêpas brancas e as cêpas tintas. Cheguei assim a conclusão que so uma vinha respondia a condição de ter menos de 5% de branco.
Essa fiz a vindima de uma so vez. Nas outras resolvi separar o branco do tinto, pois a proporção de branco oscilava entre os 20 e os 30% consoante as vinhas.


As uvas brancas ja indicavam estar a chegar ao ponto ideal de maturação, não havia muito tempo a perder.



Seria a primeira vez que iria vinificar branco. Depois de falar com os meus amigos da Pellada, decidi avançar para a vindima do branco. 


No meio da primeira semana, avançamos portanto para a vindima do branco de 5 vinhas velhas diferentes, onde encontramos muitas castas misturadas, Encruzado, Bical, Cerceal e muitas outras castas locais. Mas disso falarei mais em pormenor no proximo post!

sábado, 12 de outubro de 2013

Ficha técnica do Dão Antonio Madeira Vinhas Velhas 2011


Dão Antonio Madeira Vinhas Velhas 2011

A Historia ensina-nos que o Dão pertence a aqueles sitios que o Homem, desde ha muito, reconheceu como sendo predilecto para a produção de grandes vinhos.  Apesar de apresentar enorme potencial para a produção de grandes vinhos tintos e brancos de guarda, talvez o maior de Portugal, é uma região que teima em ficar no escuro, longe dos holofotes.

E tambem uma região que tem vindo a destruir o seu patrimonio de vinhas velhas, vinhas recheadas de castas autoctones, hoje em dia praticamente esquecidas. Vinhas que vão desaparecendo com os seus donos.

Antonio Madeira, francês luso-descendente , tem as suas raizes familiares no sopé da Serra da Estrela, sub-região do Dão. Nestas terras altas, Antonio acredita que se encontra o coração historico do Dão, a zona que apresenta maior potencial para vinhos de guarda, a zona onde os vinhos se mostram mais finos, frescos, austeros e  minerais.

Desde 2010, Antonio Madeira tem vindo a pesquizar nesta sub-região os sitios que os nossos antepassados elegeram como os melhores para vinha, aqueles que poderiamos chamar de « Grands Crus do Dão serrano ». Tem assim vindo a encontrar uma serie de vinhas velhas que se destacam pela genuinidade das suas castas, pela caracteristicas e nuances dos seus solos graniticos onde mergulham profundamente as suas raizes e pelas exposições solares.

Entre elas, esta a vinha que da origem a este vinho. Trata-se de uma vinha com 50 anos salva do abandono, depois de não ter sido podada durante 3 anos. Em 2010, ano do salvamento, em 1 ha obteve-se apenas 80kg de uva. Como tal, não houve engarrafamento.
2011 é por isso a primeira colheita deste vinho que visa a divulgar o Dão Serrano e as suas castas autoctones.


VINIFICACÃO

A Serra da Estrela, sub-região do Dão, conheceu um ano de 2011, marcado por um inicio de primavera quente e humido. Tornou-se por isso um ano complicado para o viticultor. Foi necessario muito trabalho, viticultura de orfevraria para conseguir obter uvas perfeitas em condições tão adversas. O verão que se seguiu foi quente e relativamente seco, o que uma boa maturação das uvas.

A filosofia de vinificação respeita as uvas, a natureza e o enofilo, focando-se na procura da expressão do terroir da Serra da Estrela. Como tal, não foi utilizado nenhum produto enologico a não ser o sulfuroso.

A fermentação alcoolica realizou-se em dornas abertas com a tradicional pisa a pé.  Arrancou naturalmente,  com as leveduras da propria vinha de maneira a expressar de forma pura a sua identidade. A temperatura de fermentação foi regulada com sacos de gelo e o frio das noites serranas. Procurou-se pouca extracção.

Depois de prensado, o vinho passou directamente para barricas usadas de carvalho francês, onde realizou a fermentação maloláctica até a primavera seguinte e estagiou  durante 16 meses.
As trasfegas foram realizadas por gravidade e a cântaros.
O engarrafamento foi efectuado em Março de 2013.


NOTAS DE PROVA

Expressa o carácter e a elegância da terra que o viu nascer.
Leva-nos a viajar no tempo para descobrir os aromas e sabores do sopé da Serra da Estrela, no Dão, tal como ele era no tempo dos nossos avós.
Aromas e sabores minerais, lembra pedras de granito no fundo de um ribeiro de fruta vermelha fresca  de caracter silvestre. Com nuances vegetais viçosas e perfumado por pequenas flores, caruma e pinhal, leva-nos até as paisagens tradicionais do sopé da Serra da Estrela.
De calibre delicado, puro, tenso, cheio de vida, elegante e estruturado, brilha belo equilibrio fresco que nos deixa a boca a salivar por mais um copo.


INFORMACÃO TECNICA

PRODUTOR    Antonio Madeira 
REGIÃO    Dão (Portugal)
TIPO DE SOLO   Granito
VINHA    Vinha velha salva do abandono no Sopé da Serra da Estrela
IDADE DAS CEPAS    50 anos
CASTAS    Field blend de castas autoctones esquecidas, onde predominam a Tinta Pinheira, o Negro Mouro (aka Camarate), a Tinta Amarela e a Baga.
CONDUCÃO DAS VINHAS    Guyot (tradicional nas vinhas velhas do Dão Serrano)
ALTURA DO MAR    450m
PERIODO DE VINDIMA    21 de Setembro 2011
FORMA DE VINDIMA    Manual, em caixas
MALOLACTICA    Barricas usadas (2 anos)
FERMENTACÃO    Dornas abertas, regulação da temperatura com sacos de gelo e o frio da noite,  fermentação natural com as leveduras da propria vinha de maneira a expressar o terroir, nenhuma utilização de produtos enologicos a não ser o sulfuroso.
ENGARRAFADO    Março 2013
ESTAGIO    16 meses em barricas usadas de carvalho francês (225 L), transfegas por gravidade e cântaro
ALCOOL (%)    13.5
PH    3.62
ACIDEZ TOTAL (G/DM3)    5.7
ACIDEZ VOLATIL (G/DM3)    0.53
PRODUCÃO    1500 garrafas
SUGESTÃO DE ACOMPANHAMENTO    Cabrito, receitas de bacalhau, carnes brancas, carnes vermelhas, arroz de pato.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Como estão as maturações?

Faltam 3 dias para finalmente regressar a Santa Terra!
O tempo parece que passa devagar, devagar... Não ha meios de ser sabado!


A primeira coisa que vou fazer assim que chegar sera de ir dar uma volta as diferentes vinhas, para ter uma ideia do avanço das maturações e apanhar em cada uma bagos para medir o potencial alcoolico de cada vinha.


Isso permitira planear as vindimas de cada parcela ou pelo menos de planear as mais iminentes.
Penso que a primeira a vindimar sera a vinha centenaria, pelo historial, pela exposição e as castas (bastante Jaen, casta relativamente precoce, sempre das primeiras tintas a vindimar no Dão).
A ver vamos se ja estara pronta para ser vindimada na proxima segunda ou melhor terça-feira (dia mais interessante segundo o calendario lunar).


Outras virão depois, algumas terão talvez de esperar por Outubro.
O objectivo é de vindimar a volta dos 12,5/13%, esta por ai o ponto de equilibrio que procuro.

Este ano vai ser muito intenso, em 3 semanas, tenho previsto pelo menos 6 vinificações.
Sera o 4° ano a vindimar e vinificar, mais uma vez procurarei pouca extração, finesse, elegância e precisão.
A inovação sera a nivel do controlo da temperatura, ai vou tentar ir um pouco ainda mais longe na tomada de risco.
Mais uma vez não utilizarei produtos enologicos, a não ser sulfuroso.
Mais uma vez vou utilizar apenas as leveduras das uvas, aquelas que vêm de cada parcela vinificada.
So assim se pode falar de expressão pura do "Terroir".

E por hoje fico-me por aqui.
Quem quiser vir até ao Dão serrano e aparecer para uma beber um copo a volta de uma boa conversa sera benvindo!
Para os outros, digo-vos até daqui a um mês!

sábado, 7 de setembro de 2013

Dias de inicio de Setembro 2013

As informações que chegam da santa terra são positivas.
O trabalho realizado nas vinhas esta a produzir efeitos.
As maturações estão a correr bem.
Faltam 6 dias a riscar na parede da cela, para poder durante 3 semanas viver a ilusão da liberdade.

sábado, 31 de agosto de 2013

Desfolha e monda 2013 no Dão

Aproveitei a semana de 10 a 17 de Agosto, para fazer um primeiro balanço sobre como esta a decorrer o ciclo vegetativo e agir em consequência. 

A ideia geral com que se ficou é que o ciclo anda atrasado. 
Isso em geral, porque depois a situação varia consoante os microclimas, as exposições, as castas... 



No meu caso, a vinha centenaria é a que esta mais adiantada. 
O Jaen bem reprensentado nessa vinha (uns 40% do encepamento) ja estava bem escuro e a Baga tb seguia em bom ritmo. 
Prevejo uma vindima da vinha centenaria logo assim que chegar, la para meados de Setembro. 



Nas outras vinhas, esta tudo mais atrasado. Naquela altura ainda estava tudo no primeiro terço do pintor. Havia mesmo ainda muitas cêpas a iniciar o pintor e mesmo algumas com os cachos ainda totalmente verdes. Depende de varios factores, a começar pela casta. Alem disso o facto de na vinha salva ter havido geada tambem atrapalha. 


 Foi altura de realizar monda e desfolha para prevenir podridão e ajudar a maturação nas videiras mais atrasadas. 

A desfolha do lado nascente, para que os cachos fiquem bem arrejados, num ambiente livre de humidades e que possibilite aos cachos aproveitar os raios de sol matinais.




Nas videiras mais atrasadas (por causa da geada ou da casta), onde os cachos estavam todos verdes, a monda foi a mais severa. Ficavam nesse caso apenas uns 3 cachos por videira. A ideia é assim produzir qualidade e equilibrar os prazos de maturação. Trabalho minucioso, de joalheiro.


Nas videiras intermediarias, onde o pintor ja tinha iniciado, tambem se fez monda severa, mais ja não tão forte como no primeiro caso. 

Nestes dois primeiros casos, fora parte as videiras que sofreram com a geada de fim de Abril, encontramos castas de ciclo tardio, principalmente a Baga, O Negro Mouro (nome local do Camarate) e a Tinta Amarela. Mas tambem outras castas antigas que hoje em dia ninguem sabe bem o que são.


Nas Videiras ja mais adiantadas, encontramos a Tinta Pinheira. 
Neste caso tambem se defolhou e se mondou, mas de maneira menos intensa.
A ideia é procurar equilibrio. Deixando um pouco mais carga que nas outras castas, ja se consegue atrasar o ciclo desta. Mesmo assim os niveis de carga são bem baixos, adequados ao nivel de precisão pretendido.



Na foto seguinte, podem ver uma videira de Tinta Pinheira antes da nossa intervenção...


Na foto seguinte, a mesma videira, depois da desfolha e da monda.


No exemplo seguinte, vemos algo que detesto ver, cachos ao monte, enconstados uns aos outros.
Destesto ver isto, porque assim que chovesse seria sinonimo de podridão. Ja não se aproveitaria nada...


Como tal não pode ficar uma unica videira assim.
Vejamos na foto seguinte a mesma videira depois da nossa intervenção.
Os cachos são menos, mas mais soltos e arrejados.



Para finalizar o post de hoje, fica uma imagem do que fazemos nas vinhas de que cuido e que ilustra bem o nivel de exigência que ponho no que faço.

E uma pratica que muitos poucos fazem (podem se contar nos dedos de uma mão?), da imenso trabalho. Trata-se de cortar os respigos das netas. Parasitas, que andam ali a consumir recursos que prefiro canalizar para onde são realemente necessarios.


Agora é esperar pela vindima. Nas proximas semanas podera se começar a seguir a evolução da maturação, até chegar aquele ponto "al dente".

sábado, 24 de agosto de 2013

A rotulagem do 2011

Num fim de tarde da semana passada concretizou-se mais uma fase importante deste projecto.
Juntaram-se amigos e familiares para me ajudarem a rotular e acondicionar as garrafas do meu 2011.
Pela primeira vez e depois de tanto tempo e trabalho, ai estão prontas as primeiras garrafas a poderem ser comercializadas.

Começamos a volta das 17h30, com o Luis Lopes, o jovem enologo da Quinta da Pellada, a explicar as diferentes tarefas do processo.


A primeira etapa consistia em alimentar a maquina rotuladora com garrafas e capsulas.


As garrafas saiam assim do outro lado, ja rotuladas com rotulo e contra-rotulo e tambem com a capsula a cobrir o gargalo.


Apanhavamos então as garrafas e posicionavamos numa mesa ao lado, para podermos colar a mão os selos.


Em paralello, outra equipa preparava as caixas e mais uma tratava do acondicionamento. Tudo muito bem organizado e orquestrado pelo Luis!


Tudo num ambiente de boa disposição!




A colagem dos selos a mão requeria atenção para a coisa ficar bem feita.


Não nos podiamos era atrasar muito, porque ja a seguir la estava a equipa de acondicionamento a pedir garrafas para arrumar nas caixas.



O ritmo era bom, poucas vezes ficamos dessincronizados.


As caixas completas passavam depois por uma maquina que colava a fita adesiva.



As caixas saiam no tapete do outro lado, ja prontas.

Podiam então ser arrumadas nas paletes.


O Luis ajudava e contrulava a boa montagem das paletes. 

Tudo sob o olhar atento do mestre da casa!


E foi assim até as 21h. Quer dizer sempre houve tempo para uma pausa regada com o rosé da casa!


Mas nem todos trabalharam!
Alguns não tiveram escrupulos em dormir uma sestazinha enquanto os outros davam o litro!



Uma boa jornada, que vou guardar na memoria, por ter sido a minha primeira vez, mas tambem por tantos amigos se terem oferecido para ajudar!


Assim ficaram prontas as caixinhas!


Agora sim, depois de 3 anos de trabalho, vou poder começar a comercializar!
Vamos a isso!